Πορτρέτο: Antero de Quental
Φωτογραφία: άγνωστος δημιουργός · Wikimedia Commons

Συγγραφέας

Antero de Quental

1842–1891

Γέννηση
18 Απριλίου 1842, Πόντα Ντελγκάντα
Θάνατος
11 Σεπτεμβρίου 1891, Πόντα Ντελγκάντα
Υπηκοότητα
Βασίλειο της Πορτογαλίας
Ιδιότητα
Ποιητής, συγγραφέας, φιλόσοφος και μεταφραστής

Ζωή και έργο

Η Βικιπαίδεια δεν έχει ακόμη άρθρο για αυτόν τον συγγραφέα σε αυτή τη γλώσσα. Παρακάτω, το κείμενο στα πορτογαλικά.

Antero Tarquínio de Quental (Ponta Delgada, 18 de abril de 1842 – Ponta Delgada, 11 de setembro de 1891) foi um escritor e poeta português oitocentista que desempenhou relevante papel no movimento da Geração de 70.

Durante a sua vida, Antero de Quental dedicou-se à poesia, à filosofia e à política.

Nascimento e formação

Nascido na Ilha de São Miguel (Açores, filho do combatente liberal Fernando de Quental Solar do Ramalho — do qual mandou tirar a pedra de armas da família —, 10 de maio de 1814 – Ponta Delgada, Matriz, 7 de março de 1873) e de sua mulher Ana Guilhermina da Maia (Setúbal, 16 de julho de 1811 – Lisboa, 28 de novembro de 1876). O casal teve sete filhos, sendo Antero o quarto, numa família onde proliferavam as mortes prematuras e a loucura.

Deu início aos seus estudos na cidade natal, mudando-se para Coimbra aos 16 anos, ali estudando Direito e manifestando as primeiras ideias socialistas.

Contributos e polémicas literárias

Fundou em Coimbra a Sociedade do Raio, que pretendia renovar o país pela literatura.

Ainda no Porto, envolveu-se na Questão Coimbrã com o folheto "Literatura de hoje", acabando por enfrentar Ramalho Ortigão num duelo de espadas, acusado por ele de ser cobarde por ter insultado o cego e velhinho António Feliciano de Castilho. Ramalho acabou por ficar fisicamente ferido no duelo travado, em 6 de fevereiro de 1866, no Jardim de Arca d'Água.

Em 1861, publicou os seus primeiros sonetos. Quatro anos depois, publicou as Odes Modernas, influenciadas pelo socialismo experimental de Proudhon, enaltecendo a revolução. Nesse mesmo ano iniciou a Questão Coimbrã, em que Antero e outros poetas foram atacados por António Feliciano de Castilho, por instigarem a revolução intelectual. Como resposta, Antero publicou os opúsculos Bom Senso e Bom Gosto, carta ao Exmo. Sr. António Feliciano de Castilho, e A Dignidade das Letras e as Literaturas Oficiais.

Κείμενο: “Antero de Quental”, από τη Βικιπαίδεια, την ελεύθερη εγκυκλοπαίδεια, με την άδεια CC BY-SA 4.0. Ημερομηνίες και στοιχεία: Wikidata.

Συλλογή

Βιβλία: Antero de Quental

4 βιβλία