Πορτρέτο: George Santayana
Φωτογραφία: Artist: Samuel Johnson Woolf (1880-1948). Time magazine. · Wikimedia Commons

Συγγραφέας

George Santayana

1863–1952

Γέννηση
16 Δεκεμβρίου 1863, San Bernardo street
Θάνατος
26 Σεπτεμβρίου 1952, Ρώμη
Υπηκοότητα
Ισπανία
Ιδιότητα
Φιλόσοφος, συγγραφέας, ποιητής, μυθιστοριογράφος και δοκιμιογράφος

Ζωή και έργο

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George Santayana, pseudônimo de Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás (Madrid, 16 de dezembro de 1863 — Roma, 26 de setembro de 1952), foi um filósofo, poeta, humanista. Nascido na Espanha, foi criado e educado nos Estados Unidos, porém sempre também manteve seu passaporte espanhol. Santayana, que se identificava como norte-americano, escreveu sua obra em inglês e é geralmente considerado parte da intelectualidade daquele país. Aos quarenta e oito anos de idade, deixou seu posto em Harvard e retornou à Europa permanentemente.

Biografia

George Santayana nasceu em Madrid em 16 de dezembro de 1863 de pais espanhóis. Nunca abandonou sua cidadania espanhola e, embora escrevesse em inglês, não começou a aprender a língua até ser levado para se juntar a sua mãe em Boston em 1872. Residiu na Nova Inglaterra durante a maior parte do tempo nos 40 anos seguintes. Passou pela Escola de Latim de Boston e Colégio Harvard, graduando-se summa cum laude em 1886. Então passou dois anos estudando filosofia na Universidade de Berlim antes de retornar a Harvard para completar sua tese de doutorado sob o pragmático William James. Se juntou à faculdade de filosofia em 1889, formando com James e o idealista Josiah Royce um triunvirato de filósofos. Mas, seu apego à Europa era forte. Passava os verões na Espanha com o pai, visitava a Inglaterra e passava as férias sabáticas no exterior: na Universidade de Cambrígia, Itália, Oriente e Sorbona.

Em Harvard, começou a escrever. O Sentido da Beleza (1896) foi uma importante contribuição à estética. O ensaio, que se preocupa com a natureza e os elementos dos sentimentos estéticos, sustenta que julgar que qualquer coisa é bela é "virtualmente estabelecer um ideal" e que entender por que algo é considerado bonito é capaz de distinguir ideais transitórios daqueles que são considerados bonitos, que, brotando de sentimentos mais fundamentais, são "comparativamente permanentes e universais". A afinidade vital entre faculdades estéticas e morais é ilustrada em seu livro Interpretações da Poesia e Religião (1900). A Vida da Razão (1905–1906) foi obra teórica importante, composta por cinco volumes. Concebido em seus dias de estudante após uma leitura da Fenomenologia do Espírito de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, foi descrita pelo autor como "suposta biografia do intelecto humano". A vida da razão, para Santayana como para Hegel, não se restringe às atividades puramente intelectuais, pois a razão em todas as suas manifestações é uma união de impulso e ideação. É instinto tornar-se refletivo e iluminado. Tal teoria recebeu ilustração prática numa série de ensaios: Três Poetas Filosóficos: Lucrécio, Dante e Goethe (1910) e Ventos da Doutrina (1913), na qual a poesia de Percy Bysshe Shelley e as filosofias de Henri Bergson e Bertrand Russell são enfaticamente discutidas.

Κείμενο: “George Santayana”, από τη Βικιπαίδεια, την ελεύθερη εγκυκλοπαίδεια, με την άδεια CC BY-SA 4.0. Ημερομηνίες και στοιχεία: Wikidata.

Συλλογή

Βιβλία: George Santayana

11 βιβλία