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Samuel Smiles (Haddington, 23 de dezembro de 1812 - 16 de abril de 1904) foi um autor escocês e reformador do governo. Embora ele fizesse campanha em uma plataforma cartista, ele concluiu que mais progresso viria de novas atitudes do que de novas leis. Sua obra-prima, Self-Help (1859), promoveu a economia e afirmou que a pobreza era causada em grande parte por hábitos irresponsáveis, ao mesmo tempo que atacava o materialismo e o governo laissez-faire. Foi chamada de "a bíblia do liberalismo vitoriano" e elevou Smiles ao status de celebridade quase da noite para o dia.
Biografia
Nascido em Haddington, East Lothian, Escócia, Smiles era filho de Janet Wilson (de Dalkeith) e Samuel Smiles de (Haddington). Ele foi um dos onze filhos sobreviventes. Embora os membros de sua família fossem presbiterianos reformados estritos, ele não praticava. Ele estudou em uma escola local, saindo com a idade de 14 anos. Ele se tornou um aprendiz de médico com o Dr. Robert Lewins. Esse arranjo permitiu que Smiles estudasse medicina na Universidade de Edimburgo em 1829. Lá, ele desenvolveu seu interesse pela política e se tornou um forte defensor de Joseph Hume. Durante esse tempo, Samuel Júnior contraiu uma doença pulmonar e seu pai foi aconselhado a enviá-lo em uma longa viagem marítima.
Seu pai morreu na epidemia de cólera de 1832, mas Smiles pôde continuar seus estudos porque foi sustentado por sua mãe. Ela dirigia a pequena firma de armazém geral da família na crença de que o "Senhor proverá". O exemplo dela de trabalhar incessantemente para sustentar a si mesma e a aos nove irmãos mais novos dele influenciou fortemente a vida futura de Smiles. No entanto, ele desenvolveu uma perspectiva benigna e tolerante que às vezes estava em desacordo com a de seus antepassados presbiterianos reformados.