Autore
Ramalho Ortigão
Scrittore e bibliotecario portoghese
- Nascita
- 24 ottobre 1836, Porto
- Morte
- 27 settembre 1915, Lisbona
- Nazionalità
- Portogallo e Regno del Portogallo
- Professione
- Traduttore, giornalista, scrittore e poeta
- Opere principali
- As Farpas
Vita e opere
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José Duarte Ramalho Ortigão ComC (Casa de Germalde, Santo Ildefonso, Porto, 24 de novembro de 1836 – Mercês, Lisboa, 27 de setembro de 1915) foi um escritor e crítico português.
Infância e formação
José Duarte Ramalho Ortigão nasceu no Porto, na Casa de Germalde, freguesia de Santo Ildefonso. Era o mais velho de nove irmãos e irmãs, filhos e filhas do primeiro-tenente de artilharia Joaquim da Costa Ramalho Ortigão e de sua mulher Antónia Alves Duarte Silva.
Viveu a sua infância numa quinta do Porto com a avó materna, com a educação a cargo de um tio-avô e padrinho Frei José do Sacramento.
Na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, frequentou brevemente o curso de Direito. Ensinou francês e dirigiu o Colégio da Lapa no Porto, do qual seu pai havia sido diretor.
Em 24 de outubro de 1859 casou na igreja paroquial da freguesia de Paranhos com D.ª Emília Isaura Vilaça d'Araújo Veiga, de quem veio a ter três filhos: Vasco, Berta e Maria Feliciana.
Jornalismo
Iniciou-se no jornalismo colaborando no Jornal do Porto e no jornal de cariz monárquico O Correio: Semanário Monárquico (1912–1913). Também foi colaborador em diversas publicações periódicas, em alguns casos postumamente, entre as quais se destaca: Acção realista (1924–1926); O António Maria (1879–1885; 1891–1898); Branco e Negro (1896–1898); Brasil-Portugal (1899–1914); Contemporânea (1915–1926); A Esperança (1865–1866; Galeria republicana (1882–1883); Gazeta Literária do Porto (1868), Ideia Nacional (1915), Lisboa creche: jornal miniatura (1884), A Imprensa (1885–1891); O Ocidente (1878–1909); Renascença (1878–1879?); Revista de Estudos Livres (1883–1886), A semana de Lisboa (1893–1895); A Arte Portuguesa (1895); Tiro e Sport (1904–1913); Serões (1901–1911); O Thalassa: semanario humoristico e de caricaturas (1913–1915) e, a título póstumo, no periódico O Azeitonense (1919–1920).
Testo: “Ramalho Ortigão”, da Wikipedia, l'enciclopedia libera, con licenza CC BY-SA 4.0. Date e fatti: Wikidata.

