Retrato de Charlotte Perkins Gilman
Foto: Hollinger · Wikimedia Commons

Autor

Charlotte Perkins Gilman

Feminista e escritora americana

Nascimento
3 de julho de 1860, Hartford
Morte
17 de agosto de 1935, Pasadena
Nacionalidade
Estados Unidos
Ocupação
Poetisa, romancista, filósofa, socióloga e escritora
Obras notáveis
O Papel de Parede Amarelo · Herland · Women and Economics – A Study of the Economic Relation Between Men and Women as a Factor in Social Evolution

Vida e obra

Charlotte Perkins Gilman (3 de julho de 1860 – 17 de agosto de 1935) foi uma grande romancista norte-mericana; também escritora de contos, poesia e não-ficção e uma palestra sobre reforma social. Ela era uma utopista feminista em uma época em que suas ações não condiziam com as atitudes das mulheres, e serviu de modelo para futuras gerações feministas por causa de seus conceitos não ortodoxos e seu estilo de vida. O seu trabalho mais famoso é seu conto semi-autobiográfico O Papel de Parede Amarelo.

Menos conhecidas são as opiniões de Gilman sobre etnia/raça. Para resolver o chamado "Negro Problem (problema do negro)" nos Estados Unidos no início do século XX, Gilman sugeriu um sistema de trabalho forçado que ela chamou de "alistamento".

Primeiros anos de vida

Gilman nasceu em 3 de julho de 1860, em Hartford, Connecticut, filha de Mary Perkins (anteriormente Mary Fitch Westcott) e Frederic Beecher Perkins. Ela tinha apenas um irmão, Thomas Adie, quatorze meses mais velho, pois um médico aconselhou Mary Perkins que ela poderia morrer se tivesse outros filhos. Durante a infância de Charlotte, seu pai se mudou e abandonou sua esposa e filhos, e o restante de sua criação foi passado na pobreza. Como a mãe sozinha era incapaz de sustentar a família sozinha, os Perkins estavam frequentemente na presença das tias de seu pai: Isabella Beecher Hooker, sufragista, Harriet Beecher Stowe, autora de Uncle Tom's Cabin, e Catharine Beecher, educadora.

Sua escolaridade era irregular: frequentou sete escolas diferentes, num total acumulado de apenas quatro anos, terminando os estudos aos quinze anos. Sua mãe não era carinhosa com seus filhos. Para impedir que se machucassem, ela proibiu seus filhos de fazer amizades fortes ou ler ficção. Em sua autobiografia, The Living of Charlotte Perkins Gilman, Gilman escreveu que sua mãe só mostrava afeto quando pensava que sua filha estava dormindo. Embora tenha vivido uma infância de solidão isolada e empobrecida, ela sem saber se preparou para a vida que estava pela frente, visitando frequentemente a biblioteca pública e estudando sozinha as civilizações antigas. Além disso, o amor de seu pai pela literatura a influenciou e, anos depois, ele entrou em contato com ela com uma lista de livros que achava que valeria a pena ler.

Texto: “Charlotte Perkins Gilman”, da Wikipédia, a enciclopédia livre, sob a licença CC BY-SA 4.0. Datas e fatos: Wikidata.

Acervo

Livros de Charlotte Perkins Gilman

10 livros