Autor
M. Berthelot
Químico e historiador francês
- Nascimento
- 25 de outubro de 1827, former 7th arrondissement of Paris
- Morte
- 18 de março de 1907, Paris
- Nacionalidade
- França
- Ocupação
- Químico(a), político, esperantista, físico e professor universitário
- Movimento
- Pensamento livre
Vida e obra
Marcellin (ou Marcelin) Pierre Eugène Berthelot (Paris, 25 de outubro de 1827 — Paris, 18 de março de 1907) foi um professor, químico e político francês.
Vida
Filho de um médico, após estudar história e filosofia voltou-se à ciência. Em 1851 tornou-se membro do Collège de France como assistente de Antoine Jerome Balard, que foi seu mestre, e também iniciou uma longa amizade com Ernest Renan. Em 1854, realizou sua tese de doutorado, Sur les combinaisons de la glycérine avec les acides, na qual descreveu uma série de pesquisas em continuação e ampliação do clássico trabalho de Michel Eugène Chevreul.
Em 1859 foi designado professor de química orgânica na École Supérieure de Pharmacie. Em 1865 aceitou a nova cadeira de química orgânica, no Collège de France. Tornou-se membro da Académie Nationale de Médecine em 1863 e após dez anos entrou para Academia Francesa de Ciências, da qual tornou-se perpétuo secretário em 1889 em sucessão a Louis Pasteur.
Foi apontado como inspetor geral de educação em 1876. Após sua eleição como senador, em 1881, continuou tendo ativo interesse nas questões da educação, especialmente pela interferência do serviço militar. Foi ministro da educação pública de René Goblet (1886-1887). Seu jubileu científico foi celebrado em Paris, em 1901.
Morreu repentinamente, após a morte de sua esposa Sophie Niaudet (1837-1907), em Paris, e foi sepultado com ela no Panteão de Paris. Tiveram seis filhos.
Vida científica
A fundamental concepção que norteia todos os trabalhos químicos de Berthelot foi que todo fenômeno químico depende da ação de forças físicas as quais podem ser determinadas e medidas. Quando iniciou sua carreira acreditava que, embora alguns exemplos de produção sintética de substâncias orgânicas tenham sido observadas, sobre toda a química orgânica deve restar uma ciência analítica e poderia não tornar-se construtiva, porque a formação de certas substâncias requer ações de princípios vitais em alguma forma.
Texto: “Marcellin Berthelot”, da Wikipédia, a enciclopédia livre, sob a licença CC BY-SA 4.0. Datas e fatos: Wikidata.
Acervo
Livros de M. Berthelot
1 livro

