Retrato de Pierre Loti
Foto: autor desconhecido · Wikimedia Commons

Autor

Pierre Loti

Escritor francês

Nascimento
14 de janeiro de 1850, Rochefort
Morte
10 de junho de 1923, Hendaye
Nacionalidade
França
Ocupação
Escritor, oficial da marinha, romancista, ensaísta e diarista

Vida e obra

Pierre Loti (Rochefort, 14 de janeiro de 1850 — Hendaye, 10 de junho de 1923) foi um escritor e oficial da marinha francês. O seu nome de batismo era Louis Marie Julien Viaud. Foi membro da Academia Francesa desde 1891. Foi sepultado, com um funeral com honras de estado, na Ilha de Oléron. A sua casa em Rochefort foi transformada num museu.

Uma grande parte da sua obra literária de Loti é autobiográfica e os seus romances foram inspirados nas suas viagens de marinheiro, como por exemplo ao Taiti para Le Mariage de Loti (Rarahu), de 1882, ao Senegal para Roman d’un spahi, de 1881, ou ao Japão para Madame Chrysanthème (1887). Durante toda a sua vida foi fortemente atraído pela Turquia, onde o fascinava sobretudo a importância dada à sensualidade, principalmente à sensualidade feminina, algo que é ilustrado notavelmente no seu primeiro romance, Aziyadé, de 1879, e na sua sequela de 1892 Fantôme d’Orient.

Pierre Loti explorou igualmente o exotismo regional em algumas das suas obras mais conhecidas, como a Bretanha em Mon frère Yves (1883) ou Pêcheur d'Islande (1886), e o País Basco em Ramuntcho (1897).

Texto: “Pierre Loti”, da Wikipédia, a enciclopédia livre, sob a licença CC BY-SA 4.0. Datas e fatos: Wikidata.

Acervo

Livros de Pierre Loti

31 livros