Sarah Bernhardt (francês: [saʁa bɛʁnɑʁt] nascida Henriette-Rosine Bernard; Paris, 22 de outubro de 1844 – 26 de março de 1923), foi uma atriz francesa, considerada por alguns "a mais famosa atriz da história".
Referência nos palcos franceses no final do século XIX e começo do século XX, Sarah tornou-se uma celebridade por sua atuação em A Dama das Camélias de Alexandre Dumas, em Ruy Blas de Victor Hugo, Fédora e Tosca de Victorien Sardou, e em L'Aiglon de Edmond Rostand.
Rostand a chamou de "a rainha da pose e a princesa do gesto", enquanto Hugo elogiou sua "voz de ouro". Conquistou a fama de atriz dramática em papéis sérios, ganhando o epíteto de "A Divina Sarah". Sarah fez várias turnês teatrais ao redor do mundo e foi uma das primeiras atrizes de destaque a fazer gravações de som e atuar em filmes.
Era também ligada ao sucesso do artista Alphonse Mucha, cujo trabalho ela ajudou a divulgar. Mucha se tornaria um dos artistas mais procurados desse período por seu estilo Art Nouveau. Visitou o Brasil quatro vezes, as duas primeiras ainda durante o reinado de D. Pedro II.