Thomas Hunt Morgan (25 de setembro de 1866 – 4 de dezembro de 1945) foi um biólogo evolutivo, geneticista e embriologista americano. Em 1933, recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina por suas descobertas sobre o papel dos cromossomos na hereditariedade.
Morgan obteve seu Ph.D. em zoologia pela Universidade Johns Hopkins em 1890 e realizou pesquisas em embriologia durante o período em que trabalhou no Bryn Mawr. Após a redescoberta da herança mendeliana em 1900, Morgan começou a estudar as características genéticas da mosca-das-frutas Drosophila melanogaster. Em sua famosa Sala das Moscas, no Schermerhorn Hall da Universidade Columbia, Morgan demonstrou que os genes são transportados pelos cromossomos e constituem a base mecânica da hereditariedade. Essas descobertas formaram a base da ciência moderna da genética.
Durante sua destacada carreira, Morgan escreveu 22 livros e 370 artigos científicos. Como resultado de seu trabalho, a Drosophila tornou-se um importante organismo-modelo da genética contemporânea. A Divisão de Biologia que ele fundou no Instituto de Tecnologia da Califórnia produziu sete vencedores do Prêmio Nobel.